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Homem achado morto em mala dividiu apartamento com investigado por matar corretora em Florianópolis
17/04/2026
(Foto: Reprodução) Alberto Pereira de Araújo, encontrado morto, Matheus Vinícius Silveira Leite, investigado, e Luciani Aparecida Estivalet Freitas, encontrada morta
Reprodução/Redes Sociais
Alberto Pereira de Araújo, achado morto dentro de uma mala na Praia do Santinho, em Florianópolis, dividiu apartamento com Matheus Vinícius Silveira Leite, suspeito de matar a corretora gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas. A polícia apura se há relação entre os casos.
Conforme a Polícia Civil, Alberto e Matheus dividiram a mesma casa por alguns meses, até pouco antes do jovem ser encontrado morto, em 28 de dezembro. Já o suspeito e Luciani eram vizinhos de porta. O crime contra ela ocorreu em março deste ano.
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Matheus era considerado foragido da justiça, usava nome falso na capital e também é apontado como responsável pela morte do comerciante João Batista Vieira, em Laranjal Paulista (SP), em 2022. À época, a polícia disse que Matheus havia trabalhado como segurança na padaria da vítima.
Alberto tinha 29 anos e era de Laranjal Paulista (SP), onde Matheus, de 27 anos, também nasceu e teria cometido o latrocínio contra o comerciante, de 65 anos. Luciani era natural de Alegrete (RS) e tinha 47 anos.
Morte de corretora em Major Gercino
A corretora morava sozinha em um apartamento no bairro Santinho, região turística de Florianópolis. Nas redes sociais, se identificava também como administradora de imóveis e turismóloga.
Presos na investigação sobre a morte da corretora
Matheus está preso desde o dia 13 de março na Cadeia Pública de Porto Alegre (RS) por matar Luciani. Ele foi capturado com a namorada, de 30 anos, também suspeita do crime, em Gravataí (RS), ao tentar fugir.
Além do casal, a responsável pelo residencial onde Matheus morava também foi detida. Ângela Maria Moro, de 47 anos, foi detida inicialmente por receptação, mas com o avançar do caso, ela passou a ser identificada como suspeita de envolvimento na morte da corretora.
Luciani Aparecida Estivalet Freitas está desaparecida em Florianópolis
Redes sociais/ Reprodução
Desaparecimento e mensagens confusas
Conforme o delegado Anselmo Cruz, responsável pela investigação, o corpo da corretora foi avistado por moradores no córrego em 9 de março. Dois dias depois, a Polícia Militar foi acionada e o retirou do local.
O investigador afirmou que a motivação do crime envolve o patrimônio da vítima. A suspeita acontece após a polícia identificar compras feitas pelos investigados usando o nome da vítima. Itens como eletrônicos e artigos esportivos foram adquiridos no período após o desaparecimento de Luciani.
A dinâmica e a causa da morte ainda não foram divulgadas.
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Infográfico - Morte corretora gaúcha
Arte/g1
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